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Dados preliminares são água fria para Mourão

Coluna Estadão

Dados preliminares sobre focos de incêndio na Amazônia em julho devem deixar o governo federal em situação ainda mais desfavorável diante da pressão pela preservação do meio ambiente. Até ontem, o aumento na região era de 14,53% neste mês em relação ao mesmo período do ano passado. A agravante dessa situação é que as queimadas em todo o País estão proibidas desde o dia 15, por decreto do governo federal. No entorno do vice-presidente Hamilton Mourão, havia expectativa de um dado positivo para já. Não foi desta vez.

 

Fogo. O número de focos ativos de incêndios na Amazônia, segundo os dados do Inpe: 6.091 até 30 de julho, ante 5.318 no mesmo mês do ano passado.

Ciência. “Decreto para evitar queimadas tem o mesmo efeito da cloroquina pra curar covid-19. Zero. No caso da Amazônia, o ‘médico’ não está nem um pouco preocupado com o paciente, a floresta”, disse à Coluna Carlos Rittl, pesquisador sênior visitante do Instituto de Estudos Avançados em Sustentabilidade de Potsdam, Alemanha.

 

Disparou. No Pantanal, o número de focos de calor saltou de 494 em julho do ano passado para 1.669 neste ano (237%). Segundo especialistas, o primeiro semestre foi bem mais seco do que a média em anos anteriores. Mas há também casos de queimadas para pastagens, o que ajuda a queimar o filme do Brasil.

 

Corra, Davi. Senadores favoráveis à aprovação do Fundeb pressionam Davi Alcolumbre para que ele paute na próxima semana a votação da proposta. Eles temem que o governo queira ganhar tempo para se afastar do vexame na votação na Câmara e poder faturar politicamente com a aprovação do texto.

 

Assim, não. Nas redes sociais, o vereador Toninho Vespoli (PSOL) partiu para cima do secretário de Educação da capital paulista, Bruno Caetano: “A gente fica muito triste em ver (sic) um secretário desse nível na cadeira que já foi ocupada por Paulo Freire”.


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